Messus: Quarta Aula

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Messus: Quarta Aula

Mensagem por Cunobelinos em Sab Fev 20, 2016 11:36 pm

Espaço para a publicação de impressões sobre a Quarta Aula.
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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por PATRICIA FELTRIM em Ter Fev 23, 2016 10:50 pm

No exercício proposto a meditação se deu de forma tranqüila, com a repetição dos sons  do céu - nemos,  do mar- mori e da terra- talamú, a consciência física e corporal se torna intensa, com a percepção do corpo material e pesado, o corpo físico com nossas dores, nosso peso, nossa consistência, e então, busca-se em nossa introspecção a sutileza que também existe em nosso corpo, nossa alma, nosso espírito, nossa essência, nossa centelha divina.
Quando percebemos que através de nossos ouvidos, no silêncio, ouvimos a música do mundo, que está em nós e em tudo, somos capazes então, de valorizar a melodia divina.


Quanto ao segundo exercício proposto, a questão de nosso destino...
Por diversas vezes, questão de minha mente, de meu raciocínio e intuição.
Acredito que estamos fadados a vivenciar, experimentar e passar por circunstâncias que nos transforme. Essa transformação pode ser capaz de mudar nossa vida, nossa personalidade, nosso caminho.
Creio no destino, mas não que o mesmo seja inexorável.
O livre arbítrio existe e é peça fundamental nos caminhos sustentados pelo destino.
É como semear... haverá colheita! Mas somente se a terra for arada, adubada, molhada, cuidada e colhida no momento adequado.
A natureza nos ensina, que mesmo que o tempo lhe traga dias de chuva e tempestade, haverão dias de sol ...com um belo arco íris talvez.... ou garoas que custam a passar no coração...então, você vê a beleza na garoa e convive com esses dias, ou simplesmente aguarda em silêncio a próxima estação.
O destino pode estar nas mãos das fiandeiras, simplesmente, se você assim o desejar;
ou pode estar em suas escolhas e você pôr as fiandeiras a trabalhar.

Assim, me despeço, com gratidão, ainda envolta em pensamentos sobre o destino.

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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por Maycow Guimarães em Sex Mar 25, 2016 5:47 pm

Boa tarde a todos (as)!

Desculpe a demora na resposta das atividades...

A primeira Atividade precisei realizar mais de uma vez para chegar a algumas percepções, os três mundos repetidos em 9 entonações, criando sintonia com o fluxo interno e externo, nos tornando consciente da melodia que entoamos, da melodia do mundo e como nós participamos desta!

A segunda Atividade realmente pessoal e reveladora, o reconhecimento do Dânus, o quanto temos de responsabilidades, medos, desafios, força, o que podemos ou não controlar ou mudar, repetirei mais vezes...

Bênçãos para todos!
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Resp. ao Quarto tópico, Meditação.

Mensagem por Robert Wagner Allaron em Seg Abr 04, 2016 3:58 pm

Saudações a todos!

A primeira atividade se mostrou mais amena, deixo aqui descrito minhas impressões referente a primeira meditação.

'' Ao realizar este exercício de concentração, pude sentir uma maior ligação a estes elementos dos Reinos e como meu corpo interagiu e interage junto aos seus ciclos. Ao chegar a me contactar com o Ar, pude sentir sua leveza, seu frescor, com a Água no Reino do Mar pude sentir um profundo relaxamento e imersão interior, mais foi no momento do Reino da Terra que senti uma grande força como que sendo descarregada no momento em que eu senti a terra em mim, neste momento comecei a entoar o Embirannâ Marâ, foi quando me senti equilibrado, e sinto que Nemos, Mori e Talamu estão dentro de mim.
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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por Fah Gimenes em Seg Abr 18, 2016 10:15 pm

Saudações a todos.

Os dois exercícios se deram para mim de forma muito peculiar e intensa.

Pois nas praticas que fiz e cada vez que com o passar do tempo as refaço, fica-me mais claro que sinto,vejo as duas meditações como parte integrada uma da outra.

É como se os planos representados e invocados pelos mantras: "Nemos'' (Céu)- "Mori"-(Mar) - "Talamú" (Terra) de alguma forma fossem parte plena da Melodia do Destino trazida pela segunda meditação. Refletindo em mim de alguma forma sobre a minha mente, intuição e percepção, tornando-me aos poucos mais presente e consciente da energia do universo permitindo compreender o fluxo que flui de mim e passa por mim espiritualmente.


Bençãos Plenas *
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embirannâ marâ

Mensagem por Luciana Cavalcanti em Seg Maio 02, 2016 4:52 pm

Meditar com os três reinos foi e é toda vez uma experiência de me lembrar como ser pertencente e parte integrante do todo.Teoricamente sabemos disso, mas na prática, nossa vivência encerrada em um corpo carnal nos faz estar densamente concentrados nessa matéria e de certo modo distantes da natureza energética do Universo.
Foi uma experiência de desapego de mim mesma enquanto indivíduo e, de certo modo, de desintegração, de sentir as pequenas individualidades, problemas rotineiros esvaírem-se e dar vez a um ser maior, a lembrar de que nossa vivência é maior que uma sequencia de horários, prazos,contas e segundas, terças e quartas.
Senti uma oportunidade de me lembrar de mim enquanto alma dentro de uma vivência cíclica maior que minha atual experiência. A terra sobre meus pés, as rochas, o mar, são de uma antiguidade que jamais atingirei, mas que presencio há mais tempo que posso me lembrar através de repetidas vidas na terra, então ainda que não possa me lembrar, tenho pra mim que essa experiência de meditar os reinos é lembrar da sacralidade de nos mesmos, da antiguidade de nossa alma.
Foi pessoalmente muito importante nesse momento da minha vida

O que me remete ao outro exercício do Danus pessoal.
É dificil falar de nós mesmos para o público. Eu nunca soubre usar filtros, me 'preservar", me exponho e por vezes a consequencia não é boa, mas estou nesse curso de alma e coração abertos, e o vejo como uma nova trilha se abrindo na floresta densa então, por difícil que seja...
Tenho observado um padrões de acontecimentos negativos repetidos na minha vida, o que me faz observar minhas atitudes, elas me parecem corretas, mas o resultado é sempre ruim. Sou tida por meus amigos como uma boa conselheira. Amigos de perto e de longe me buscam para receber conselhos sobre suas vidas e seus problemas das mais diferentes causas e me agradecem por dizer o que penso,e por dizer o que penso ainda que não seja a coisa mais doce a ser dita.Recebo gratidão pelos resultados positivos que obtiveram depois de ajudá-los a refletir,também acontece muito com ex-alunos, que anos depois, vem me dizer que então compreenderam "meus esporros". Porém, comigo, é muito difícil.
Não vejo as coisas com a mesma clareza que vejo para os outros.
Medito sobre meu comportamento, analiso-me criticamente, e acho que fiz tudo certo, e não compreendo como novamente deu errado de novo.
esse exercício vem numa fase em que estou resgatando sonhos do fundo do baú, pois não estou sendo bem paga o suficiente para desistir deles, isso no ambito profissional. Mas minhas falas anteriores são mais relacionadas ao que ocorrem no ambito pessoal-sentimental. E me perdoem se soa inconcluso terminando por aqui, é porque minha reflexão termina assim, ante a espera de uma resposta.
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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por Cunobelinos em Ter Jun 07, 2016 9:07 pm

PATRICIA FELTRIM escreveu:No exercício proposto a meditação se deu de forma tranqüila, com a repetição dos sons  do céu - nemos,  do mar- mori e da terra- talamú, a consciência física e corporal se torna intensa, com a percepção do corpo material e pesado, o corpo físico com nossas dores, nosso peso, nossa consistência, e então, busca-se em nossa introspecção a sutileza que também existe em nosso corpo, nossa alma, nosso espírito, nossa essência, nossa centelha divina.
Quando percebemos que através de nossos ouvidos, no silêncio, ouvimos a música do mundo, que está em nós e em tudo, somos capazes então, de valorizar a melodia divina.


Quanto ao segundo exercício proposto, a questão de nosso destino...
Por diversas vezes, questão de minha mente, de meu raciocínio e intuição.
Acredito que estamos fadados a vivenciar, experimentar e passar por circunstâncias que nos transforme. Essa transformação pode ser capaz de mudar nossa vida, nossa personalidade, nosso caminho.
Creio no destino, mas não que o mesmo seja inexorável.
O livre arbítrio existe e é peça fundamental nos caminhos sustentados pelo destino.
É como semear... haverá colheita! Mas somente se a terra for arada, adubada, molhada, cuidada e colhida no momento adequado.
A natureza nos ensina, que mesmo que o tempo lhe traga dias de chuva e tempestade, haverão dias de sol ...com um belo arco íris talvez.... ou garoas que custam a passar no coração...então, você vê a beleza na garoa e convive com esses dias, ou simplesmente aguarda em silêncio a próxima estação.
O destino pode estar nas mãos das fiandeiras, simplesmente, se você assim o desejar;
ou pode estar em suas escolhas e você pôr as fiandeiras a trabalhar.

Assim, me despeço, com gratidão, ainda envolta em pensamentos sobre o destino.

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Paty Feltrim

Sobre o primeiro exercício: completado com sucesso, Paty, a noção de buscar a libertação do corpo físico e a conexão maior com os Três Reinos da Criação é o objetivo nesse exercício. Assim se conecta com a Òran Mòr.

Sobre o segundo exercício: sua reflexão é válida. O destino pode, sim, estar nas mãos de um poder exterior, ou podemos decidir como construímos nosso destino. Creio que seja importante dizer, certos aspectos da nossa realidade são incontroláveis, e não estarão sob nosso controle em nenhum momento; mas a forma que reagimos a eles, como nos adaptamos, utilizamos e ou resistimos a eles, isso sempre dependerá apenas de nós. O conjunto do mutável (sob nossas mãos) e do imutável compõe aquilo que chamamos de Destino.
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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por Cunobelinos em Sex Jun 17, 2016 8:01 am

Maycow Guimarães escreveu:Boa tarde a todos (as)!

Desculpe a demora  na resposta das atividades...

A primeira Atividade precisei realizar mais de uma vez para chegar a algumas percepções, os três mundos repetidos em 9 entonações, criando sintonia com o fluxo interno e externo, nos tornando consciente da melodia que entoamos, da melodia do mundo e como nós participamos desta!

A segunda Atividade realmente pessoal e reveladora, o reconhecimento do Dânus, o quanto temos de responsabilidades, medos, desafios, força, o que podemos ou não controlar ou mudar, repetirei mais vezes...

Bênçãos para todos!

É perfeitamente normal precisar repetir as meditações, Maycow. Fico feliz que tenha atingido o objetivo com as tentativas. Meus parabéns.

A segunda atividade é pessoal, e os resultados podem ser guardados para você, não se preocupe. Mas continue realizando-a, ela trará um grande autoconhecimento para você.
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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por Cunobelinos em Dom Jun 19, 2016 4:30 am

Robert Wagner Allaron escreveu:Saudações a todos!

A primeira atividade se mostrou mais amena, deixo aqui descrito minhas impressões referente a primeira meditação.

'' Ao realizar este exercício de concentração, pude sentir uma maior ligação a estes elementos dos Reinos e como meu corpo interagiu e interage junto aos seus ciclos. Ao chegar a me contactar com o Ar, pude sentir sua leveza, seu frescor, com a Água no Reino do Mar pude sentir um profundo relaxamento e imersão interior, mais foi no momento do Reino da Terra que senti uma grande força como que sendo descarregada no momento em que eu senti a terra em mim, neste momento comecei a entoar o Embirannâ Marâ, foi quando me senti equilibrado, e sinto que Nemos, Mori e Talamu estão dentro de mim.

Muito bom, Robert, um bom nível de imersão é o de conseguir perceber as características próprias de cada um dos reinos, e o principal objetivo é equilibrar as forças dos Três Reinos dentro de você. Está de parabéns!
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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por Marianna Teixeira em Ter Jun 21, 2016 6:46 pm

1)
Sou poetisa e nunca que sentir a minha poesia fez tanto sentido para mim. As rimas, o ritmo e a melodia poética – tão como o conteúdo, claro - sempre fizeram parte de mim, porém até então eu não me dava conta de que essa era uma forma de entoar a minha Canção, a Canção do Ser e a Canção da Vida. Por coincidência eu nunca mais havia escrito algo que eu considerasse realmente digno dos meus verdadeiros sentimentos, e bem lá no fundo eu sentia uma imensa falta dessa prática que, até então, me parecia algo por demais corriqueiro, com sua importância, claro, mas “nem tão importante assim”. Ao ler o texto, percebi que as canções podem estar nas coisas mais simples tão como nas mais complexas.
“Coincidentemente”, esses tempos tirei umas semanas para me recolher e prestar mais atenção em mim e no meu redor. Com isso, passei horas olhando os céus e observando o movimento das nuvens, o barulho dos ventos, a direção e o voo das aves e dos aviões (que também emitem sons, barulhentos por sinal), vi a mistura entre os objetos da Tribo e da Terra por vezes sendo citados numa única Canção, pude observar o barulho das águas do lago e do vento batendo nas gramíneas e nas flores da região, ao mesmo tempo em que vez ou outra podia ouvir o barulho dos carros e das pessoas transitando pelas ruas. Pude perceber que, mesmo quando a Canção destoa para algo confuso e estranho, por dentro há cada singularidade exercendo sua presença na melodia. Dessa forma, vi que também eu posso exercer a minha presença nessa Canção Universal, tanto para mim mesma quanto para tudo que está ao meu redor.
O texto veio em boa hora, estou bem atrasada em relação às lições mas agora sei que estou pronta para exercê-las e responde-las, não somente para você Wallace, mas para mim também e para todos. Continuamente, sempre estará sendo um aprendizado.

2) Meditação
Consegui depois de um tempo manter um padrão rítmico ao entoar os nomes dos Três Reinos e foi muito prazeroso, me senti plena, um tanto tonta no começo porém estou melhor ao final, me sentindo mais calma, mais naturalmente no meu ritmo, e pretendo continuar a fazer este contato sempre que possível.

3) Sobre o Destino, achei a leitura muito boa e uma ótima reflexão também, me fez ficar bastante introspectiva acerca de tudo que já ocorreu, que ocorre e que poderá ocorrer durante a minha trilha. Foi bem gratificante, reforçou ainda mais a ideia que tenho de que “somos responsáveis pelas nossas escolhas, em tudo que fazemos, que pensamos, que dissemos... as nossas escolhas ditam as variadas formas de caminhar onde o Dàn nos presentou para vivermos, trilharmos esta passagem”.

Muito grata!
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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por Cunobelinos em Ter Jul 05, 2016 4:31 am

Marianna Teixeira escreveu:1)
Sou poetisa e nunca que sentir a minha poesia fez tanto sentido para mim. As rimas, o ritmo e a melodia poética – tão como o conteúdo, claro - sempre fizeram parte de mim, porém até então eu não me dava conta de que essa era uma forma de entoar a minha Canção, a Canção do Ser e a Canção da Vida. Por coincidência eu nunca mais havia escrito algo que eu considerasse realmente digno dos meus verdadeiros sentimentos, e bem lá no fundo eu sentia uma imensa falta dessa prática que, até então, me parecia algo por demais corriqueiro, com sua importância, claro, mas “nem tão importante assim”. Ao ler o texto, percebi que as canções podem estar nas coisas mais simples tão como nas mais complexas.
“Coincidentemente”, esses tempos tirei umas semanas para me recolher e prestar mais atenção em mim e no meu redor. Com isso, passei horas olhando os céus e observando o movimento das nuvens, o barulho dos ventos, a direção e o voo das aves e dos aviões (que também emitem sons, barulhentos por sinal), vi a mistura entre os objetos da Tribo e da Terra por vezes sendo citados numa única Canção, pude observar o barulho das águas do lago e do vento batendo nas gramíneas e nas flores da região, ao mesmo tempo em que vez ou outra podia ouvir o barulho dos carros e das pessoas transitando pelas ruas. Pude perceber que, mesmo quando a Canção destoa para algo confuso e estranho, por dentro há cada singularidade exercendo sua presença na melodia. Dessa forma, vi que também eu posso exercer a minha presença nessa Canção Universal, tanto para mim mesma quanto para tudo que está ao meu redor.
O texto veio em boa hora, estou bem atrasada em relação às lições mas agora sei que estou pronta para exercê-las e responde-las, não somente para você Wallace, mas para mim também e para todos. Continuamente, sempre estará sendo um aprendizado.

2) Meditação
Consegui depois de um tempo manter um padrão rítmico ao entoar os nomes dos Três Reinos e foi muito prazeroso, me senti plena, um tanto tonta no começo porém estou melhor ao final, me sentindo mais calma, mais naturalmente no meu ritmo, e pretendo continuar a fazer este contato sempre que possível.

3) Sobre o Destino, achei a leitura muito boa e uma ótima reflexão também, me fez ficar bastante introspectiva acerca de tudo que já ocorreu, que ocorre e que poderá ocorrer durante a minha trilha. Foi bem gratificante, reforçou ainda mais a ideia que tenho de que “somos responsáveis pelas nossas escolhas, em tudo que fazemos, que pensamos, que dissemos... as nossas escolhas ditam as variadas formas de caminhar onde o Dàn nos presentou para vivermos, trilharmos esta passagem”.

Muito grata!

Boa noite, Marianna, vamos às suas respostas!

[1] Fico muito feliz com as suas conclusões sobre a Grande Canção, Marianna. Espero que elas sejam de alguma valia na sua prática, no cotidiano, pois esse é o objetivo do estudo Smile

[2] O processo é gradual, por isso é natural que a situação comece com alguma dificuldade. Mas a prática trará novas sensações, insights e experiências.

[3] Fico satisfeito e feliz com a sua conclusão sobre o Dán e os caminhos que cada um de nós trilha em direção ao nosso Destino. Parabéns Smile
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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por Thiago R. N. Silva em Sab Jul 08, 2017 1:46 am

Realizei, como de costume, todas as meditação bem cedo no quintal de minha casa, um pouco antes de amanhecer, sentindo a energia das arvores, da natureza ao meu redor, a quietude daquele momento silencioso que precede o primeiro raio do amanhecer.
A primeira meditação, a da névoa, foi bastante excitante de fazer... a conexão com os três reinos, o contato com o outro mundo, aquela sensação de estar integrado e centralizado com as forças mágicas dos reinos em questão. Ao observar o panorama ao meu redor, entre as névoas, percebi alguns seres, não muito claramente, mas deu para distinguir o que chamo de um fauno, pessoas parece que dançando e se movimentando na névoa. A conexão mágica foi bem intensa, a energia eu podia sentir fluir por todo o meu ser... e quando eu abri os olhos, o meu quintal, minhas queridas árvores, eram ainda mais mágicas que o de costume. Foi uma sensação maravilhosa e que particularmente me emociona.
A segunda meditação, a dos três caldeirões, também foi bem intensa, a nível energético, senti muita energia mesmo fluindo pelo meu corpo a medida que eu avançava na meditação. Senti muito forte mesmo no centro do meu peito a energia se concentrar bastante, vibrar muito mesmo e posteriormente nos meus lábios, boca e rosto. Eles fervilhavam!!! Era uma sensação muito gostosa mesmo... me senti muito bem e totalmente renovado para começar o novo dia!!

Luz e Paz a todos!

Awen /|\


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resposta a messus quarta aula

Mensagem por netogabiru em Seg Jul 10, 2017 2:47 pm

Beliom Dubnom
Confesso que ainda não consegui atingir plenamente essa meditação. Consigo executar a primeira parte, que é a sensação de ser uma árvore e sua percepção de tempo e mundo, consigo com alguma dificuldade me sentir em meio a névoa e, nesse ponto, acontece alguma ruptura que não deixa com que eu me aprofunde para o caminho do axis mundi.
Tenho feito indagações pessoais e pensado no que posso fazer para conseguir completar esse exercício.
A priori, imagino que seja o local escolhido (área verde do prédio em que moro). Pretendo fazer essa meditação na próxima ida ao rio.
Assim que eu conseguir, farei um update nesse post.

Oferendas
Ainda não tive tempo para fazê-la, por conta de muitos compromissos profissionais.
Pretendo cumprir isso na próxima ida ao rio.
Assim que eu conseguir, farei um update nesse post.
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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por Danielle Fernanda em Sex Jul 21, 2017 8:30 pm

3 reinos
A conexão foi bem intensa, consegui sentir claramente os três reinos e suas diferentes energias passando pelo meu corpo.

3 caldeirões
Novamente uma conexão bem forte. Trabalhei focando nos 3 caldeirões, fiz no período da manhã e senti que esta atividade repôs as minhas energias para aquele dia.

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Re: Messus: Quarta Aula

Mensagem por etiennie em Dom Ago 13, 2017 11:45 pm

nos dois exercícios foram bem fortes e intensos de sensações físicas.
Os reinos: em cada reino que passei pude perceber a conexão e proximidades com cada um deles, sentindo cada um deles no corpo enquanto meditava.

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Re: Messus: Quarta Aula

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