Messus: Segunda Aula

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Exercício Meditativo Segunda Aula

Mensagem por Thiago R. N. Silva em Seg Mar 13, 2017 4:12 pm

Olá pessoal,
Tudo bem??
O meu exercício realizei hoje logo pela manha bem cedo, antes de eu ir para a faculdade, um pouco depois de eu acordar.
No quintal da minha casa existem várias árvores e esta manhã estava particularmente muito bonita e agradável, com os raios de sol surgindo no horizonte iluminando o ambiente ainda molhado da chuva do dia anterior....
Bem... Sempre tive uma ligação muito forte com as árvores e exercitar, sentir/entrar em contato com elas através deste exercício, foi extremamente prazeiroso para mim e senti como um reencontrar comigo mesmo, com a minha essência, com uma coisa só minha que eu guardava só pra mim.
Em um certo momento, ao me transportar ao bosque antigo, senti por um momento que haviam outras pessoas no local, mas foquei novamente na árvore que eu escolhi, é a árvore mais antiga que tem aqui no quintal da minha casa, um cupuzeiro com mais de 50 anos.
Sentir os meus pés como raízes foi uma sensação incrível, uma sensação de me sentir ilimitado. Não existiam limites para mim e eu era totalmente livre. Livre e ilimitado, essas eram as palavras. Ali não existiam entraves e nem barreiras, apenas a vida ilimitada, a existência ilimitada!!!
Foi extremamente gratificante.
Era como eu me sentia ali, eu com as minhas irmãs.
Depois de um momento iniciei o processo de retornar, voltar aos braços e membros de ser humano, até retornar completamente a formal humana usual. Mas quando eu retornei, eu retornei mas com uma forma humana diferente, era luminosa e ela ficava pulsando, as paredes do meu corpo se desprendiam e ficavam se dilatando e se contraindo, pulsando com essa espécie de luminosidade. Eu era daquele jeito, humanóide mas daquele jeito e eu senti nesse momento o meu corpo literalmente e fisicamente vibrar, meu rosto, meus lábios, meu peito fervilhar, meus braços, meu corpo inteiro num vibrar intenso e ao mesmo tempo relaxante, que me deixava numa sensação de paz e calma profunda.
Abri meus olhos e meu quintal estava novamente ali, mas ainda mais mágico do que de costume.
Estou passando o dia e levando comigo essa sensação do exercício.

Está sendo ótimo!!
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Thiago R. N. Silva

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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Dom Mar 19, 2017 8:40 pm

Thiago R. N. Silva escreveu:Olá pessoal,
Tudo bem??
O meu exercício realizei hoje logo pela manha bem cedo, antes de eu ir para a faculdade, um pouco depois de eu acordar.
No quintal da minha casa existem várias árvores e esta manhã estava particularmente muito bonita e agradável, com os raios de sol surgindo no horizonte iluminando o ambiente ainda molhado da chuva do dia anterior....
Bem... Sempre tive uma ligação muito forte com as árvores e exercitar, sentir/entrar em contato com elas através deste exercício, foi extremamente prazeiroso para mim e senti como um reencontrar comigo mesmo, com a minha essência, com uma coisa só minha que eu guardava só pra mim.
Em um certo momento, ao me transportar ao bosque antigo, senti por um momento que haviam outras pessoas no local, mas foquei novamente na árvore que eu escolhi, é a árvore mais antiga que tem aqui no quintal da minha casa, um cupuzeiro com mais de 50 anos.
Sentir os meus pés como raízes foi uma sensação incrível, uma sensação de me sentir ilimitado. Não existiam limites para mim e eu era totalmente livre. Livre e ilimitado, essas eram as palavras. Ali não existiam entraves e nem barreiras, apenas a vida ilimitada, a existência ilimitada!!!
Foi extremamente gratificante.
Era como eu me sentia ali, eu com as minhas irmãs.
Depois de um momento iniciei o processo de retornar, voltar aos braços e membros de ser humano, até retornar completamente a formal humana usual. Mas quando eu retornei, eu retornei mas com uma forma humana diferente, era luminosa e ela ficava pulsando, as paredes do meu corpo se desprendiam e ficavam se dilatando e se contraindo, pulsando com essa espécie de luminosidade. Eu era daquele jeito, humanóide mas daquele jeito e eu senti nesse momento o meu corpo literalmente e fisicamente vibrar, meu rosto, meus lábios, meu peito fervilhar, meus braços, meu corpo inteiro num vibrar intenso e ao mesmo tempo relaxante, que me deixava numa sensação de paz e calma profunda.
Abri meus olhos e meu quintal estava novamente ali, mas ainda mais mágico do que de costume.
Estou passando o dia e levando comigo essa sensação do exercício.

Está sendo ótimo!!

Boa tarde, Thiago, tudo bem com você?

O processo parece ter sido muito bem sucedido em sua meditação. Nitidamente a ligação necessária com as árvores foi atingida, bem como a ligação com a energia primal do mundo dos antigos bosques. Bastante gratificante também perceber que que ainda conseguiu manter a noção da energia ainda sendo transmitida pelo seu corpo enquanto retornava à sua forma humana, um excelente sinal de que a sua imersão foi bastante forte e que é possível para você manter as sensações por um tempo prolongado.
Parabéns!
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Moonala em Sab Jul 01, 2017 2:50 pm

Olá pessoal, tudo bem?

Bom, sobre o exercício de meditação: eu já tenho o costume de meditar em casa, às vezes no quintal, durante um banho de sol ou de chuva mesmo, especialmente este último pois gosto de realizar algumas danças em honra aos espíritos da natureza. Mas, assim como acho que é com a maioria, não tenho muito contato direto com a natureza, por morar em cidade. Existem alguns parques aqui, mas estão sempre lotados ou muito próximos da rua onde o barulho dos carros acaba desconcentrando um pouco. Eu já havia feito o exercício outras vezes em um dos parques e em casa, porém eu tive a oportunidade de ir celebrar o Solstício de Inverno em um sítio, então aproveitei para refazer o exercício, e ver se conseguia confeccionar meu Slattâ Druwidos.

O local era repleto de árvores das mais diversas espécies, porém poucas foram as que consegui identificar, dentre elas araucária, bambu, aroeira e pinheiro, o que me trouxe aquele pesinho na consciência de que eu poderia estudar um pouquinho mais sobre a flora do nosso país, ou ao menos da região em que vivo, hahahaha. Uma árvore me chamou bastante a atenção, pois era a mais alta - e provavelmente a mais velha - e ficava no centro do sítio, com várias outras plantas junto do tronco e galhos e abrigava alguns animais entre suas raízes, então a escolhi para ser minha guia. Foi muito legal a experiência de poder memorizar com os sentidos as características da árvore, a textura da casca do tronco, o cheiro, os sons que os galhos produziam ao se balançar com o vento, etc.

Ao visualizar a árvore que tinha escolhido no bosque com suas irmãs, me deparei com um cenário maravilhoso, o bosque parecia estar envolto em névoa, fazia bastante frio mas não a ponto de me incomodar. O ambiente parecia "mágico" em todos os seus detalhes, a terra escura, poucos pássaros cantavam e seu canto era breve, os raios de luz transpassando pela copa das altas árvores, como uma luz fria, que era emanada apenas o suficiente para iluminar o local. Apesar de todo o ambiente ter essa conotação mais serena e pouco iluminada, eu me senti em casa, e me visualizar como parte daquele local se tornou algo mais fácil depois de me identificar tanto com ele. Foi como se eu pudesse sentir mesmo meus pés afundando na terra, sentindo-a úmida e fria, mas reconfortante, ao passo que meus braços se estendiam aos céus à procura da luz, quando me dei conta, já fazia parte da floresta junto com minhas irmãs. Não tenho palavras para descrever a sensação do momento. Foi um momento de grande felicidade, mas também de contemplação, que aproveitei para conversar com minha guia e agradecê-la por toda a sabedoria e consciência.

Quando encerrei o exercício e voltei, senti a necessidade de continuar ali por um tempo pois meus braços e pernas pesavam, então deitei na grama e fiquei contemplando o local ao meu redor, refletindo na experiência que havia acabado de ter. Retornei à árvore, agradeci e acabei deixando algumas oferendas também, apesar de não ter retirado nada, como eu tinha levado algumas ervas pra defumar e frutas para celebração do solstício, achei que não teria mal em oferecer parte para ela.

Ainda estou confeccionando o Slattâ Druwidos, pois achei um galho muito bom dentre os que caíram com as chuvas, mas não consegui identificar a que árvore pertencia, então pretendo voltar e procurar algum que seja de uma que eu conheça. Mas toda a experiência me foi muito gratificante, pois mudou minha visão de forma significativa sobre o ambiente em que vivo, a vegetação ao meu redor, a importância que a natureza tem na nossa vida, e acima de tudo me trouxe uma nova consciência sobre isso.

Agradeço a oportunidade de realizar esse exercício maravilhoso!
Bênçãos dos deuses a todos /|\
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Resposta a Messus Segunda Aula

Mensagem por netogabiru em Seg Jul 10, 2017 1:55 pm

Meditação
Por conta de viver em apartamento, meus períodos de meditação são restritos a idas a cachoeiras na região de Chapada dos Guiimarães/MT (que dista 65km aqui de Cuiabá.
Na aula seguinte via Skype, eu pude descrever um pouco de minha experiência meditativa, a qual discorrerei melhor agora:
Aproveitei a vontade de minha companheira de irmos tomar um banho de rio num fim de semana. Fomos com um casal de amigos e lá ficamos o dia todo. Em determinado momento, pouco antes do almoço, eu pedi licença para me retirar um pouco sozinho e me adentrei na mata ao redor do lugar aonde estávamos. Depois de alguns minutos andando, quando já não mais os escutava, parei perto de uma clareira, pedi que os elementais me auxiliassem e me deixei ser escolhido por uma árvore. Acabei por me sentar ao pé de uma Lixeira (http://wwwplantasquecuram.blogspot.com.br/2015/01/lixeira.html)e iniciei o exercício de meditação. A priori, fiquei ouvindo o som da mata, o vento, seus pássaros, carros à distância na Rodovia. Depois, me recostei no tronco e senti-me invadido por uma "onda verde", por assim dizer. Foi como eu fizesse parte da árvore e por consequência, sentisse sua energia me preencher de tal forma que tudo o que  eu via ou sentia era nessa tonalidade. Senti uma calma muito relaxante e senti a consciência da árvore para comigo enquanto indivíduo que estava perto dela e a forma como ela se comunicava com as outras árvores, arbustos e gramíneas ao seu redor. Depois de um tempo que estimo ser de meia hora, agradeci a àrvore, me levantei e voltei para a cachoeira aonde estava o restante de meu grupo.

Confecção do Slattâ Druwidos
Esse levei mais tempo para confeccionar, pois tinha decidido a não cortar nenhuma árvore para adquirir o meu material de trabalho.
Em outra ida ao rio, consegui encontrar um pedaço de madeira que veio boiando na correnteza. Ele é um palmo maior que o explicado na descrição (do dedo até o cotovelo) e aceitei esse presente com muita gratidão.
Levei o pedaço de madeira para casa, esperei secar a umidade advinda de sua estada no rio, lixei, passei óleo de peroba e cera de abelha. Como há nele alguns sulcos provavelmente advindos de algum tipo de parasita (brocas, acredito eu), aproveite isso para inserir um cristal em sua ponta mais robusta e fiz um enrolado de fibra de sisal no que será a empunhadura. Segui a sugestão de consagração que estava ao fim da segunda aula e o coloquei acima do altar que tenho em casa.




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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Winie em Ter Jul 11, 2017 5:18 am

Boa noite amigos,

Sobre a primeira meditação da árvore, pra mim foi algo bem diferente. Fiz em casa, mas  a mente e foco estava no parque do cocó, que temos em Fortaleza.

Foi quase como um sonho, chegava no parque e me sentava próximo a um ipê (acho que é o único de la) e logo começava a meditar, a sentir o chão com as mãos e pés e fazer parte dele, como se os dedos estivesse alongando e penetrando na terra, nesse momento senti desconforto na coluna pela posição e acho que pela sensação de estar mais rígida e sólida. Achei bem diferente pela intensidade e entrega, conseguia sentir o solo frio, os ventos e movimentos do corpo como se realmente fosse uma arvore se "balançando" no parque/bosque. É uma sensação muito boa, de tranquilidade e desaceleração. Na verdade, eu senti como se não tivesse pressa para nada e isso foi bem interessante, como se naquele momento houvesse equilíbrio e não fosse necessário se preocupar com o andamento do mundo exterior.

Sobre meu cetro, nas idas ao parque sempre fiquei de olho pra ver se encontrava um galho caído ou algo que me chamasse atenção. Num dia fui em uma praça (das flores) comprar algumas suculentas para a casa nova e  a prefeitura estava podando algumas arvores e encontrei esse galho de amendoeira/castanhola, ainda novo e optei por leva-lo comigo.
Removi parte da casca em um dia e achei a coloração tão bonita que resolvi o manter assim. Não senti ainda necessidade de enfeitar ou mudar o que ele naturalmente já é, só removi parte da casca e lixei para que não me machucasse.
Estou pensando em algum cristal ou pedra para ele, mas ainda não cheguei numa conclusão.


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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Danielle Fernanda em Seg Jul 17, 2017 6:51 pm

Foi um exercício muito prazeroso, fui em um parque que já costumo ir e me sentei embaixo de uma árvore, busquei silenciar minha mente e entrei em contato com suas raízes expostas e a terra que auxilia em sua fecundação pude sentir sua energia vibrando e pulsando ao seu redor. Me senti conectada a ela, sua energia que passava por suas raízes, tronco, galhos e folhas começaram a passar pelo meu corpo. Iniciando-se pelos pés, pernas, ventre, coração e mente. Eu estava reabastecida com sua energia e ondas vibracionais.
Utilizei deste estado vibracional para refletir algumas questões pessoais, isso me trouxe um novo olhar. Enfim, foi ótimo! Gratidão!

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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Gustavo J.C em Ter Jul 18, 2017 4:43 am

Boa noite a todos..

Durante a minha medição senti uma espécie de energia, durante a prática percebi uma variação de cores ficando em forma circular continua sendo cada cor em momentos diferentes, num certo momento tive a impressão de um uma tomando a sombra de um pássaro ao bater asas.

O Slattâ Druwidos, ainda não comecei a faze-lo.

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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cecília Macedo em Ter Jul 18, 2017 6:06 pm

A vivência com a árvore foi muito significativa para mim. Eu estava em uma praça e comecei a observar os raios de sol que passavam por entre as folhas das árvores e iluminavam diversos lugares, desde a copa até as pequenas plantas rasteiras. O vento balançava curiosamente as folhas, como uma dança. Uma árvore alta, com sua copa iluminada pelo sol que dançava com o vento se sobressaiu em meu olhar, por um instante estávamos apenas eu e ela, fechei meus olhos, e senti que neste momento a árvore olhou para mim, era como se ela se ligasse ao meu ser por suas raízes, como se viesse me buscar para estar junto de si naquele instante, e sim, eu era ela naquele momento, senti a firmeza de suas raízes fixas ao chão a água que nutria todo o seu ser, senti o calor dos raios de sol e o balanço do vento nas folhas. Voltei para o meu ser e agradeci a ela.

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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por etiennie em Dom Ago 13, 2017 11:16 pm

essa meditação foi bem interessa, pois pude sentir mudança das temperaturas e a fiz de dia e uma imagem ficou fixa.
então decidi transporta lá pro pc, bom, não sou muito boa com arte como gostaria de ser.

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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por ingridbits em Seg Ago 14, 2017 12:24 am



sou melhor desenhado do que escrevendo ...

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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por viniciuspaiva em Sab Set 02, 2017 4:29 pm

Demorei um pouco para postar minha experiência com o exercício da 2ª aula, mas vamos lá!

Tive dificuldade para realizar o exercício, tentei duas vezes e abandonei por não conseguir me concentrar. Percebi que tenho muita dificuldade para me centrar em um exercício meditativo, mas não desisti.
Devido a essa dificuldade de concentração, resolvi recitar e gravar as instruções do exercício no celular para ouvir a descrição ao longo da meditação. Escolhi a manhã de um sábado para ir a um parque perto da minha casa, repleto de árvores caraterísticas do cerrado, vegetação típica do Planalto Central.
Os obstáculos que tive que enfrentar foram o barulho dos carros na rua e a dificuldade para encontrar a posição do corpo ideal para o relaxamento. Também demorei a limpar minha mente das maiores preocupações, mas, considerando que poucas vezes na vida tentei me concentrar e meditar, creio que obtive êxito.
Mesmo sentindo um leve formigamento nas pernas por ter sentado na grama seca em uma posição que pensei ser a de lótus (digo que "pensei ser a posição de lótus" porque depois vi no google a forma correta; se tivesse feito certo não me sentiria desconfortável...), consegui me concentrar na árvore escolhida e visualizar um bosque isolado em que somente havia a natureza na sua forma pura. Sempre senti uma atração especial por florestas e matas fechadas, e hoje entendo perfeitamente que toda essa natureza pulsante é formada de seres possuidores de espíritos vívidos e inspiradores. Senti uma conexão profunda de minhas raízes com a terra, não como algo que me prendia e me limitava, mas como um elo que me proporcionava firmeza e segurança.
Por três vezes senti a ligação com minha árvore-guia pulsar, justamente no exato momento em que o vento soprou mais forte.
No final, também senti que as três inspirações profundas foram diferentes de qualquer inspiração que eu tinha feito antes: foram robustas, me renovaram e me encheram de paz e de força.
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Luciana Bacci em Ter Set 05, 2017 6:14 am

Peço desculpas pelo atraso!

A meditação que fiz, faz alguns meses num local específico, com muito verde ao redor.
Eu diria que a experiência foi positiva, mas por vezes que eu me desconcentrava... pois fiquei um pouco incomodada de ter pessoas andando por lá. Ando praticando mais meditação ultimamente, então com o tempo isso vai ficando mais fácil.
Contudo, lembro-me que foi uma sensação maravilhosa estar em contato com a sacralidade da natureza e com esse tipo de ambiente que é repleto de energia.

Quanto ao Slattâ Druwidos, achei um galho por lá mesmo e troquei por uma de minhas pedras - cada uma representava um dos chakras.
Eram 5 no total...
Uma das pedras quebrou faz tempo. Daí ficaram 4, e eu resolvi levar uma como oferenda para as árvores. Very Happy
Fechei os olhos, fiz uma prece, senti e daí peguei a belíssima pedra roxa.

Foi bem interessante!

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Exercícios Aula 2

Mensagem por Gabriele Feitosa em Dom Out 08, 2017 4:32 am

A árvore e a visão do espírito
Eu optei fazer a vivencia em um dia de semana, num parque próximo a minha casa. Nele, há um grande lago, muito mato e muitas arvores. Por algum tempo, enquanto caminhava buscando minha árvore guia, fiquei preocupada em encontrar o lugar ideal, em não esquecer as instruções, nas inúmeras tentativas de me concentrar e que falharam...
Há algumas Figueiras neste parque, e foi entre as raízes de uma delas que resolvi ficar. Comecei com uma respiração cadenciada, para que pudesse me desligar dos fatores internos e externos. Os pássaros aos poucos foram ficando quietos, o sol estava quente, mas não queimando.  
Pedi permissão e proteção aos seres do parque, para que eu pudesse me conectar em segurança. A cada inspirar, mais distante dali eu ficava... e a cada expirar, mais a minha visão se abria a outro tempo. Estava numa floresta densa, foi possível sentir gotas de orvalho em minha pele. O vento não era intenso, porém sentia-o. O sol estava agradável e seus raios se espalhavam entre as copas das árvores. Os galhos de algumas mais próximas me tocavam, conectando-nos umas as outras. Raízes enormes se espalhavam pela terra. Naquele momento, apenas as sensações de proteção e segurança.
Alguns animais começaram a aparecer. O som da revoada dos pássaros me dizia que era hora de voltar. Um cheiro de terra molhada. Muitas folhas se soltando com a intensidade do vento que aumentava. Senti que era o momento de agradecer a oportunidade de estar entre tudo aquilo.
Minha respiração mudou... sons, cheiros, formas e cores foram desaparecendo pouco a pouco. Fui tomando consciência do espaço real em que estava. Voltei a sentir os movimentos do meu corpo, as batidas do coração aceleraram, me fazendo retomar os sentidos do que estava ao meu redor. Ainda levei uns minutos até conseguir me reconectar.

Slattâ Druwidos
Há algum tempo tenho um galho de aroeira preta (Myracrodruon Urundeuva), árvore comum aqui na cidade, encontrada em uma manhã quando eu ia ao trabalho, após o fim de semana do Samhain deste ano. O galho já estava totalmente seco e limpo, sendo este o motivo de me chamar a atenção. Interpretei que este galho estava me sendo oferecido como resposta, pois no ritual do Samnhain, eu deixei de oferenda aos antepassados um outro galho encontrado na praia e que não consegui descobrir de que árvore era.

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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Qua Fev 07, 2018 8:19 pm

Moonala escreveu:Olá pessoal, tudo bem?

Bom, sobre o exercício de meditação: eu já tenho o costume de meditar em casa, às vezes no quintal, durante um banho de sol ou de chuva mesmo, especialmente este último pois gosto de realizar algumas danças em honra aos espíritos da natureza. Mas, assim como acho que é com a maioria, não tenho muito contato direto com a natureza, por morar em cidade. Existem alguns parques aqui, mas estão sempre lotados ou muito próximos da rua onde o barulho dos carros acaba desconcentrando um pouco. Eu já havia feito o exercício outras vezes em um dos parques e em casa, porém eu tive a oportunidade de ir celebrar o Solstício de Inverno em um sítio, então aproveitei para refazer o exercício, e ver se conseguia confeccionar meu Slattâ Druwidos.

O local era repleto de árvores das mais diversas espécies, porém poucas foram as que consegui identificar, dentre elas araucária, bambu, aroeira e pinheiro, o que me trouxe aquele pesinho na consciência de que eu poderia estudar um pouquinho mais sobre a flora do nosso país, ou ao menos da região em que vivo, hahahaha. Uma árvore me chamou bastante a atenção, pois era a mais alta - e provavelmente a mais velha - e ficava no centro do sítio, com várias outras plantas junto do tronco e galhos e abrigava alguns animais entre suas raízes, então a escolhi para ser minha guia. Foi muito legal a experiência de poder memorizar com os sentidos as características da árvore, a textura da casca do tronco, o cheiro, os sons que os galhos produziam ao se balançar com o vento, etc.

Ao visualizar a árvore que tinha escolhido no bosque com suas irmãs, me deparei com um cenário maravilhoso, o bosque parecia estar envolto em névoa, fazia bastante frio mas não a ponto de me incomodar. O ambiente parecia "mágico" em todos os seus detalhes, a terra escura, poucos pássaros cantavam e seu canto era breve, os raios de luz transpassando pela copa das altas árvores, como uma luz fria, que era emanada apenas o suficiente para iluminar o local. Apesar de todo o ambiente ter essa conotação mais serena e pouco iluminada, eu me senti em casa, e me visualizar como parte daquele local se tornou algo mais fácil depois de me identificar tanto com ele. Foi como se eu pudesse sentir mesmo meus pés afundando na terra, sentindo-a úmida e fria, mas reconfortante, ao passo que meus braços se estendiam aos céus à procura da luz, quando me dei conta, já fazia parte da floresta junto com minhas irmãs. Não tenho palavras para descrever a sensação do momento. Foi um momento de grande felicidade, mas também de contemplação, que aproveitei para conversar com minha guia e agradecê-la por toda a sabedoria e consciência.

Quando encerrei o exercício e voltei, senti a necessidade de continuar ali por um tempo pois meus braços e pernas pesavam, então deitei na grama e fiquei contemplando o local ao meu redor, refletindo na experiência que havia acabado de ter. Retornei à árvore, agradeci e acabei deixando algumas oferendas também, apesar de não ter retirado nada, como eu tinha levado algumas ervas pra defumar e frutas para celebração do solstício, achei que não teria mal em oferecer parte para ela.

Ainda estou confeccionando o Slattâ Druwidos, pois achei um galho muito bom dentre os que caíram com as chuvas, mas não consegui identificar a que árvore pertencia, então pretendo voltar e procurar algum que seja de uma que eu conheça. Mas toda a experiência me foi muito gratificante, pois mudou minha visão de forma significativa sobre o ambiente em que vivo, a vegetação ao meu redor, a importância que a natureza tem na nossa vida, e acima de tudo me trouxe uma nova consciência sobre isso.

Agradeço a oportunidade de realizar esse exercício maravilhoso!
Bênçãos dos deuses a todos /|\

Boa tarde, Moonala, desculpe a demora. Vamos às suas respostas.

Antes de tudo, agradeço por partilhar sua bela descrição do exercício. Ele parece ter sido muito bem sucedido. A mudança do ambiente mostra muito da sua própria percepção de transformação, utilizando-se dos sentidos da árvore. A névoa também é um excelente sinal, uma vez que ela é uma evidência da passagem entre as consciências, sendo que ela acaba nublando a consciência para nossas preocupações mundanas e aumentando nosso foco. Realmente, ambos tornam evidente que você tem experiência com a prática de meditação. Claro, o lugar também ajuda bastante e a oportunidade de celebrar em um sítio é muito boa. Fico satisfeito que tenha se sentido bem e conseguido tão grande integração. Se conseguiu terminar a Slattâ Druwiddos, por favor, partilhe conosco fotos ou uma descrição.

Bênçãos sobre ti, hoje e sempre.
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Qua Fev 07, 2018 11:44 pm

netogabiru escreveu:Meditação
Por conta de viver em apartamento, meus períodos de meditação são restritos a idas a cachoeiras na região de Chapada dos Guiimarães/MT (que dista 65km aqui de Cuiabá.
Na aula seguinte via Skype, eu pude descrever um pouco de minha experiência meditativa, a qual discorrerei melhor agora:
Aproveitei a vontade de minha companheira de irmos tomar um banho de rio num fim de semana. Fomos com um casal de amigos e lá ficamos o dia todo. Em determinado momento, pouco antes do almoço, eu pedi licença para me retirar um pouco sozinho e me adentrei na mata ao redor do lugar aonde estávamos. Depois de alguns minutos andando, quando já não mais os escutava, parei perto de uma clareira, pedi que os elementais me auxiliassem e me deixei ser escolhido por uma árvore. Acabei por me sentar ao pé de uma Lixeira (http://wwwplantasquecuram.blogspot.com.br/2015/01/lixeira.html)e iniciei o exercício de meditação. A priori, fiquei ouvindo o som da mata, o vento, seus pássaros, carros à distância na Rodovia. Depois, me recostei no tronco e senti-me invadido por uma "onda verde", por assim dizer. Foi como eu fizesse parte da árvore e por consequência, sentisse sua energia me preencher de tal forma que tudo o que  eu via ou sentia era nessa tonalidade. Senti uma calma muito relaxante e senti a consciência da árvore para comigo enquanto indivíduo que estava perto dela e a forma como ela se comunicava com as outras árvores, arbustos e gramíneas ao seu redor. Depois de um tempo que estimo ser de meia hora, agradeci a àrvore, me levantei e voltei para a cachoeira aonde estava o restante de meu grupo.

Confecção do Slattâ Druwidos
Esse levei mais tempo para confeccionar, pois tinha decidido a não cortar nenhuma árvore para adquirir o meu material de trabalho.
Em outra ida ao rio, consegui encontrar um pedaço de madeira que veio boiando na correnteza. Ele é um palmo maior que o explicado na descrição (do dedo até o cotovelo) e aceitei esse presente com muita gratidão.
Levei o pedaço de madeira para casa, esperei secar a umidade advinda de sua estada no rio, lixei, passei óleo de peroba e cera de abelha. Como há nele alguns sulcos provavelmente advindos de algum tipo de parasita (brocas, acredito eu), aproveite isso para inserir um cristal em sua ponta mais robusta e fiz um enrolado de fibra de sisal no que será a empunhadura. Segui a sugestão de consagração que estava ao fim da segunda aula e o coloquei acima do altar que tenho em casa.





Boa noite, Neto, tudo bem? Desculpe a demora.

Sua experiência tem diversos pontos dignos de nota. O primeiro está no lugar escolhido por você, um privilégio que nem todos tem, e que deve ter colaborado bastante para a intensidade da experiência. A experiência de união pelo toque com o tronco é bastante forte e digna de nota, e uma excelente forma de exercitar a percepção de unidade com a árvore. Ao que parece, sua conexão foi bastante forte, com uma boa percepção das características da árvore e de como ela se interrelaciona com a natureza ao redor. Ao que parece, teve uma integração de tempo bastante longa também, mas não há problemas se estava se sentindo bem e integrado com a sua guia. Parabéns.

A sua Slattâ Druwidos ficou muito bela e bem construída. Gostei especificamente do detalhe da inserção do cristal na madeira, bem como da empunhadura de sisal. Meus parabéns, ela será bastante útil nos seus estudos no futuro.

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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Sex Fev 09, 2018 12:34 am

Winie escreveu:Boa noite amigos,

Sobre a primeira meditação da árvore, pra mim foi algo bem diferente. Fiz em casa, mas  a mente e foco estava no parque do cocó, que temos em Fortaleza.

Foi quase como um sonho, chegava no parque e me sentava próximo a um ipê (acho que é o único de la) e logo começava a meditar, a sentir o chão com as mãos e pés e fazer parte dele, como se os dedos estivesse alongando e penetrando na terra, nesse momento senti desconforto na coluna pela posição e acho que pela sensação de estar mais rígida e sólida. Achei bem diferente pela intensidade e entrega, conseguia sentir o solo frio, os ventos e movimentos do corpo como se realmente fosse uma arvore se "balançando" no parque/bosque. É uma sensação muito boa, de tranquilidade e desaceleração. Na verdade, eu senti como se não tivesse pressa para nada e isso foi bem interessante, como se naquele momento houvesse equilíbrio e não fosse necessário se preocupar com o andamento do mundo exterior.

Sobre meu cetro, nas idas ao parque sempre fiquei de olho pra ver se encontrava um galho caído ou algo que me chamasse atenção. Num dia fui em uma praça (das flores) comprar algumas suculentas para a casa nova e  a prefeitura estava podando algumas arvores e encontrei esse galho de amendoeira/castanhola, ainda novo e optei por leva-lo comigo.
Removi parte da casca em um dia e achei a coloração tão bonita que resolvi o manter assim. Não senti ainda necessidade de enfeitar ou mudar o que ele naturalmente já é, só removi parte da casca e lixei para que não me machucasse.
Estou pensando em algum cristal ou pedra para ele, mas ainda não cheguei numa conclusão.



Boa noite, Winnie. Desculpe a demora.

Sobre o exercício de meditação, é uma boa ideia utilizar-se de um lugar conhecido, mesmo quando se está distante dele. Pela sua expriência, é possível perceber que tem uma conexão bastante forte com o lugar. A sua percepção sensorial vão bastante aprofundada, a notar principalmente pela sensação na coluna, mesmo que o restante fosse apropriado também. A noção de integração, de percepção com os demais elementos naturais, mostra que o exercício foi bem sucedido. No seu caso, parece ter sido com bastante profundidade. Parabéns.

Achei o galho escolhido bastante apropriado e bem escolhido. De fato, ele pode ser utilizado dessa forma mesmo, mas se decidir ornamentá-lo, avise-nos e mostre-nos Smile
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Sex Fev 09, 2018 2:25 am

Danielle Fernanda escreveu:Foi um exercício muito prazeroso, fui em um parque que já costumo ir e me sentei embaixo de uma árvore, busquei silenciar minha mente e entrei em contato com suas raízes expostas e a terra que auxilia em sua fecundação pude sentir sua energia vibrando e pulsando ao seu redor. Me senti conectada a ela, sua energia que passava por suas raízes, tronco, galhos e folhas começaram a passar pelo meu corpo. Iniciando-se pelos pés, pernas, ventre, coração e mente. Eu estava reabastecida com sua energia e ondas vibracionais.
Utilizei deste estado vibracional para refletir algumas questões pessoais, isso me trouxe um novo olhar. Enfim, foi ótimo! Gratidão!

Boa noite, Dani, estou bem atrasado, eu sei Razz

Mas seu exercício parece ter sido bem sucedido. O uso de locais conhecidos é muito útil na sua realização, uma vez que já temos uma certa ligação com o lugar e conhecemos suas características. O fato de você conseguir se utilizar dessa energia para se reenergizar mostra que atingiu um excelente grau de conexão. Foi uma boa ideia utilizar-se desse estado para reflexão pessoal, é um momento em que podemos encontrar uma visão mais clara sobre nós mesmos. Parabéns Smile
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Sex Fev 09, 2018 7:29 pm

Gustavo J.C escreveu:Boa noite a todos..

Durante a minha medição senti uma espécie de energia, durante a prática percebi uma variação de cores ficando em forma circular continua sendo cada cor em momentos diferentes, num certo momento tive a impressão de um uma tomando a sombra de um pássaro ao bater asas.

O Slattâ Druwidos, ainda não comecei a faze-lo.

Boa tarde, Gustavo. Desculpe a demora.

A sua experiência parece ter sido bastante interessante, além de destoante daquilo que é normal acontecer. Ao que parece, você atingiu um pico de energia muito alto, talvez ocasionado pelo lugar onde estava, ou mesmo que estava acumulado no seu próprio corpo. Não é uma experiência ruim, mas é bastante diferente e precisa ser observada. O pássaro batendo asas pode ser aquilo que chamamos animal totem (a sua contraparte animal no mundo espiritual) ou algum guardião ou auxiliar. Mas é notório que você atingiu um bom grau de profundidade na meditação. Parabéns por isso.
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Sex Fev 09, 2018 11:26 pm

Cecília Macedo escreveu:A vivência com a árvore foi muito significativa para mim. Eu estava em uma praça e comecei a observar os raios de sol que passavam por entre as folhas das árvores e iluminavam diversos lugares, desde a copa até as pequenas plantas rasteiras. O vento balançava curiosamente as folhas, como uma dança. Uma árvore alta, com sua copa iluminada pelo sol que dançava com o vento se sobressaiu em meu olhar, por um instante estávamos apenas eu e ela, fechei meus olhos, e senti que neste momento a árvore olhou para mim, era como se ela se ligasse ao meu ser por suas raízes, como se viesse me buscar para estar junto de si naquele instante, e sim, eu era ela naquele momento, senti a firmeza de suas raízes fixas ao chão a água que nutria todo o seu ser, senti o calor dos raios de sol e o balanço do vento nas folhas. Voltei para o meu ser e agradeci a ela.

Boa noite, Cecília. Sei que estou super atrasado. Mas vamos lá.

Uma bela descrição do ambiente em que estava. Essa percepção a esses detalhes costuma ajudar muito na vivência, uma vezes que essas visões costumam ser inspiradoras por si só. Pelo que é possível perceber, você conseguiu atingir um grau de integração com a árvore antes mesmo de iniciar a meditação, e ela apenas a ratificou. O seu grau de percepção aos elementos da natureza que cercam a árvore mostra que foi muito bem sucedida. Parabéns!
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Sab Fev 10, 2018 6:42 pm

etiennie escreveu:essa meditação foi bem interessa, pois pude sentir mudança das temperaturas e a fiz de dia e uma imagem ficou fixa.
então decidi transporta lá pro pc, bom, não sou muito boa com arte como gostaria de ser.


Boa tarde, Etiennie, desculpe a demora.

A imagem que passou possui uma grande capacidade simbólica. Percebe-se nela a força dos ciclos lunares como fonte de inspiração, com os raios da Awen que se mostram na lua. A lua em si possui muita influência nos ciclos da natureza, principalmente nas marés, mas também no crescimento das árvores e das colheitas. Assim, ainda que de forma indireta e inconsciente, encontramos uma correlação com o exercício proposto. Portanto, podemos considerá-lo bem sucedido. Parabéns!
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Sab Fev 10, 2018 8:11 pm

ingridbits escreveu:

sou melhor desenhado do que escrevendo ...

Boa tarde, Ingrid.

Antes de tudo, parabéns pelo desenho. Se o entendi bem, há um riacho ao lado da árvore e uma porta sobre ele, certo? Se for o que parece, parece ter encontrado a fonte original da vida, a água, que é de onde a árvore bebe e retira suas forças para crescer. A água, por estar associada à origem da vida e ao mundo subterrâneo, costuma ser atrelada aos Ancestrais, por isso é natural encontrar uma porta sobre o riacho. Seria a porta que leva aos Reinos Ancestrais. Acredito ter entendido assim o desenho. Se o entendi corretamente, o exercício está mais do que bem sucedido. Mas se entendi algo errado, estou aberto a esclarecimentos e interpretações Smile
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Dom Fev 11, 2018 2:12 am

viniciuspaiva escreveu:
Demorei um pouco para postar minha experiência com o exercício da 2ª aula, mas vamos lá!

Tive dificuldade para realizar o exercício, tentei duas vezes e abandonei por não conseguir me concentrar. Percebi que tenho muita dificuldade para me centrar em um exercício meditativo, mas não desisti.
Devido a essa dificuldade de concentração, resolvi recitar e gravar as instruções do exercício no celular para ouvir a descrição ao longo da meditação. Escolhi a manhã de um sábado para ir a um parque perto da minha casa, repleto de árvores caraterísticas do cerrado, vegetação típica do Planalto Central.
Os obstáculos que tive que enfrentar foram o barulho dos carros na rua e a dificuldade para encontrar a posição do corpo ideal para o relaxamento. Também demorei a limpar minha mente das maiores preocupações, mas, considerando que poucas vezes na vida tentei me concentrar e meditar, creio que obtive êxito.
Mesmo sentindo um leve formigamento nas pernas por ter sentado na grama seca em uma posição que pensei ser a de lótus (digo que "pensei ser a posição de lótus" porque depois vi no google a forma correta; se tivesse feito certo não me sentiria desconfortável...), consegui me concentrar na árvore escolhida e visualizar um bosque isolado em que somente havia a natureza na sua forma pura. Sempre senti uma atração especial por florestas e matas fechadas, e hoje entendo perfeitamente que toda essa natureza pulsante é formada de seres possuidores de espíritos vívidos e inspiradores. Senti uma conexão profunda de minhas raízes com a terra, não como algo que me prendia e me limitava, mas como um elo que me proporcionava firmeza e segurança.
Por três vezes senti a ligação com minha árvore-guia pulsar, justamente no exato momento em que o vento soprou mais forte.
No final, também senti que as três inspirações profundas foram diferentes de qualquer inspiração que eu tinha feito antes: foram robustas, me renovaram e me encheram de paz e de força.

Boa noite, Vinícius, eu também demorei para ler as mensagens. Desculpe por isso.

É normal ter essa dificuldade no início. Duas coisas precisam ser pesadas, nesse caso: a primeira é que a prática torna tudo mais fácil; a segunda é que se forçar demais, atrapalha mais ainda. É importante saber quando insistir e quando parar para descansar a mente e tentar novamente em outra ocasião. Porém, a sua solução foi muito boa. Parabéns por ter pensado nela. Já faz algum tempo que tenho pensado em colocar as meditações em arquivos de áudio. Pelo visto, é realmente eficaz. A escolha do local parece ter sido muito boa também, embora essas interrupções (barulhos de carros, etc...) acabam sendo comum a todos em áreas urbanas; no final, acabamos aprendemos a nos abstrair deles (na maioria das vezes). A posição é algo importante também, uma vez que desconforto sempre atrapalha. Mas a posição de "lótus" é bastante confortável, e ela existe em uma versão "céltica'; se quiser vê-la, procure a imagem do Cernunnos no Caldeirão de Gundestrup.

Sobre a meditação em si, parece ter sido bem sucedida, apesar das suas dificuldades. Parece ter conseguido adquirir consciência do "cosmos" da floresta e dos entes que a formam. A ligação com as raízes mostra que atingiu uma boa percepção sensorial da consciência da árvore. A sensação de pulsar com o vento também é uma boa evidência disso, assim como a respiração do estado alterado de consciência. Creio que podemos dizer que a meditação foi muito bem sucedida. Parabéns!






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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Seg Fev 12, 2018 2:04 am

Luciana Bacci escreveu:Peço desculpas pelo atraso!

A meditação que fiz, faz alguns meses num local específico, com muito verde ao redor.
Eu diria que a experiência foi positiva, mas por vezes que eu me desconcentrava... pois fiquei um pouco incomodada de ter pessoas andando por lá. Ando praticando mais meditação ultimamente, então com o tempo isso vai ficando mais fácil.
Contudo, lembro-me que foi uma sensação maravilhosa estar em contato com a sacralidade da natureza e com esse tipo de ambiente que é repleto de energia.

Quanto ao Slattâ Druwidos, achei um galho por lá mesmo e troquei por uma de minhas pedras - cada uma representava um dos chakras.
Eram 5 no total...
Uma das pedras quebrou faz tempo. Daí ficaram 4, e eu resolvi levar uma como oferenda para as árvores. Very Happy
Fechei os olhos, fiz uma prece, senti e daí peguei a belíssima pedra roxa.

Foi bem interessante!

Boa noite, Luciana, desculpe a demora.

O desconcentrar é normal no início, uma vez que a meditação é uma arte que depende muito da prática e experiência. Com o tempo é por se abstrair dessas distrações (ao menos na maioria das vezes rs).

O desenvolvimento sensorial não envolve apenas a árvore, mas a integração de todo o ambiente ao redor. Ao que parece, o objetivo foi alcançado na aua meditação. Parabéns!

A atitude de devolver à natureza algo em troca foi bastante apropriada e digna. Gostaria de ver sua Slattâ Druwidos Smile
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Re: Messus: Segunda Aula

Mensagem por Cunobelinos em Seg Fev 19, 2018 2:36 am

Gabriele Feitosa escreveu:A árvore e a visão do espírito
Eu optei fazer a vivencia em um dia de semana, num parque próximo a minha casa. Nele, há um grande lago, muito mato e muitas arvores. Por algum tempo, enquanto caminhava buscando minha árvore guia, fiquei preocupada em encontrar o lugar ideal, em não esquecer as instruções, nas inúmeras tentativas de me concentrar e que falharam...
Há algumas Figueiras neste parque, e foi entre as raízes de uma delas que resolvi ficar. Comecei com uma respiração cadenciada, para que pudesse me desligar dos fatores internos e externos. Os pássaros aos poucos foram ficando quietos, o sol estava quente, mas não queimando.  
Pedi permissão e proteção aos seres do parque, para que eu pudesse me conectar em segurança. A cada inspirar, mais distante dali eu ficava... e a cada expirar, mais a minha visão se abria a outro tempo. Estava numa floresta densa, foi possível sentir gotas de orvalho em minha pele. O vento não era intenso, porém sentia-o. O sol estava agradável e seus raios se espalhavam entre as copas das árvores. Os galhos de algumas mais próximas me tocavam, conectando-nos umas as outras. Raízes enormes se espalhavam pela terra. Naquele momento, apenas as sensações de proteção e segurança.
Alguns animais começaram a aparecer. O som da revoada dos pássaros me dizia que era hora de voltar. Um cheiro de terra molhada. Muitas folhas se soltando com a intensidade do vento que aumentava. Senti que era o momento de agradecer a oportunidade de estar entre tudo aquilo.
Minha respiração mudou... sons, cheiros, formas e cores foram desaparecendo pouco a pouco. Fui tomando consciência do espaço real em que estava. Voltei a sentir os movimentos do meu corpo, as batidas do coração aceleraram, me fazendo retomar os sentidos do que estava ao meu redor. Ainda levei uns minutos até conseguir me reconectar.

Slattâ Druwidos
Há algum tempo tenho um galho de aroeira preta (Myracrodruon Urundeuva), árvore comum aqui na cidade, encontrada em uma manhã quando eu ia ao trabalho, após o fim de semana do Samhain deste ano. O galho já estava totalmente seco e limpo, sendo este o motivo de me chamar a atenção. Interpretei que este galho estava me sendo oferecido como resposta, pois no ritual do Samnhain, eu deixei de oferenda aos antepassados um outro galho encontrado na praia e que não consegui descobrir de que árvore era.

Boa noite, Gabrielle, desculpe a demora.

A escolha do lugar pareceu bastante apropriada, pois o ambiente é sempre muito importante. Seu processo para entrar no estado de consciência necessário foi bem detalhado aqui e parece ter sido bastante eficaz. A sua percepção sensorial do ambiente ao redor mostra que o exercício foi muito bem sucedido, inclusive com uma boa percepção dos elementos que compunham a natureza ao redor e de como interagiam entre si e com a árvore. A demora para retornar ao estado mundano de consciência é normal, principalmente para quem consegue adquirir uma conexão profunda. Parabéns.

A aroeira preta possui diversas propriedades mágicas descritas nas tradições nativas. Foi bom ter escolhido um galho naturalmente seco, é uma sorte que nem todos tem. Gostaria de ver a sua Slattâ Druwidos depois de trabalhada.
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